"A AGI é inevitável? Onde, quando e sob quais condições?"
Enquanto o debate público oscila entre ficção científica e marketing, o Stratago trata a prontidão para AGI como o que ela é: um sistema de 21 constructos cognitivos interdependentes, avaliados sob contradição e ignorância epistêmica — não uma linha do tempo.
Benchmarks como o ARC-AGI medem algo real: eficiência na aquisição e generalização de habilidades sem conhecimento prévio. O erro não está na métrica — está em projetar uma trajetória a partir de uma foto única, ignorando as dependências causais e as contradições entre os constructos.
Ajuste o nível de presença observado em cada constructo — a exigência estrutural (marcada em âmbar) vem fixa do quadro de referência. O painel recalcula o Índice Global de Prontidão, os gargalos críticos e a massa de incerteza em tempo real.
Seis pilares formais transformam avaliações qualitativas — exigência, evidência direta, inferência plausível — em um modelo computável de decisão sob incerteza.
| Pilar metodológico | Função no simulador |
|---|---|
| Lógica paraconsistente (LP) | Trata pontos onde a exigência é alta mas a presença é nula, medindo o grau de contradição sem colapsar o restante do sistema. |
| Teoria de Dempster–Shafer | Separa a massa de crença (presença comprovada) da massa de ignorância — funde evidência direta com inferência plausível. |
| Fuzzy AHP & MACBETH | Converte avaliações qualitativas de presença e exigência em pesos e escalas cardinais rigorosas. |
| Redes de Petri & diagramas de influência | Modelam a concorrência entre processos e as cadeias causais que ligam um domínio a outro. |
Os cenários abaixo partem do estado atual do seu simulador — ajuste os parâmetros acima e as projeções de B e C se recalculam.
Status quo: alta eficiência em execução delimitada — planejamento, correção de erros, aprendizado rápido. Risco elevado de ruína operacional fora de ambientes estruturados, por ausência de grounding multimodal e cognição social.
Investimento prioritário em raciocínio causal e generalização fora da distribuição, elevando ambos ao nível "forte". Desbloqueia autonomia em sistemas complexos e voláteis.
Em vez de perseguir generalidade universal, acoplam-se ferramentas externas para suprir memória de longo prazo e física intuitiva — reduzindo a exigência estrutural desses constructos.
O simulador não devolve uma data de chegada — devolve a topologia da incerteza e a estabilidade de cada cenário, para decisões de investimento e arquitetura em alta complexidade.
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